depoimentos médicos

A fertilização dos solos impacta na produção de alimentos saudáveis e plenos nos nutrientes indispensáveis a uma dieta balanceada e adequada.

Priscila Moreira – Nutricionista com especialização em Nutrição Clínica e Metabolismo pela Universidade Gama Filho Especialista em Nutrição em Cardiologia pela SOCESP Nutricionista do Ambulatório de Nutrição Clínica e Esportiva do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia de São Paulo (IDPC-SP) Docente, Tutora e Preceptora da Especialização em Nutrição e Saúde Cardiovascular e da Residência Multiprofissional em Saúde Cardiovascular do IDPC-SP.

Os solos tropicais são caracterizados por apresentarem baixas concentrações de boro, devendo adicionar este nutriente na forma de fertilizantes. Deficiência de boro resulta em déficit de crescimento nas plantas, com perdas agrícolas e econômicas em muitas partes do mundo. Como a quantidade de boro no ser humano depende da ingestão alimentar, a deficiência pode causar prejuízo na saúde ósteo-articular, levando ao aparecimento de artrites e artrose e osteoporose.

Dr. Mário Cícero Falcão – Doutor em Pediatria pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Professor Colaborador do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Especialista em Pediatria com área de atuação em Nutrologia Pediátrica pela Sociedade Brasileira de Pediatria. Especialista em Nutrição Parenteral e Enteral pela BRASPEN. Médico da Unidade de Terapia Intensiva Neonatal do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da FMUSP. Editor Associado da Revista Brasileira de Nutrição Clínica. Editor Executivo da Revista Paulista de Pediatria. Coordenador da Equipe Multidisciplinar de Terapia Nutricional (EMTN) do Hospital Santa Catarina, São Paulo. Membro do Departamento de Suporte Nutricional da Sociedade Brasileira de Pediatria. Membro do Departamento de Nutrologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo.

A escolha de alimentos saudáveis no planejamento nutricional é uma das mais efetivas ferramentas de inserção da saudabilidade.
No entanto, a fertilização adequada dos solos pode impactar na qualidade dos produtos agrícolas e impactar no sucesso terapêutico das dietas e no consumo de alimentos com elevado grau de micronutrientes

Priscila Moreira – Nutricionista com especialização em Nutrição Clínica e Metabolismo pela Universidade Gama Filho Especialista em Nutrição em Cardiologia pela SOCESP Nutricionista do Ambulatório de Nutrição Clínica e Esportiva do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia de São Paulo (IDPC-SP) Docente, Tutora e Preceptora da Especialização em Nutrição e Saúde Cardiovascular e da Residência Multiprofissional em Saúde Cardiovascular do IDPC-SP.

Na atualidade, a alimentação deve ser incorporada no rol das ferramentas de prevenção às doenças e em um contexto de melhora metabólica de forma geral.
A adequada fertilização dos solos agricultáveis promove a produção de alimentos ricos em micronutrientes que podem fazer a diferença no dia a dia dos atletas.

Luiz Roberto Lopes – Educador Físico. Especialista em treinamento funcional com certificações internacionais. Personal Trainer na Bio Ritmo academia. Gestor de pessoas e coordenador técnico Centro de treinamento Pedra 90.

“Através da fertilização do solo é possível melhorar a disponibilidade de micronutrientes nos alimentos, contudo o seu uso deve ser realizado de forma responsável, a fim de minimizar ao máximo o impacto ambiental, por isso o estudo na área deve ser contínuo.”

A Dra. Cláudia Bezerra de Almeida é Médica formada pela Universidade Federal Fluminense e Especialista em Pediatria pelo Hospital Central do Exército e em Nutrologia Pediátrica pela Unifesp. Atua na equipe de Nutrologia Pediátrica do Hospital do Coração – HCor.

“Na atualidade, a grande preocupação relacionada a alimentação e nutrição está em como fazer escolhas saudáveis. Reduzir o consumo de gordura saturada, sal e açúcar, bem como diminuir a ingestão de calorias, são um norte na busca de saudabilidade. No entanto, cada vez mais os profissionais de saúde encontram uma relação clara e científica entre a presença adequada de micronutrientes nos alimentos com a fertilidade dos solos e os manejos agrícolas. Os processos de fertilização de solos, seguindo rigores técnicos modernos e sustentáveis, serão a grande fronteira na nutrição das populações, reduzindo inúmeras doenças e sendo uma ferramenta de prevenção de deficiências nutricionais.”
O Dr. Daniel Magnoni é Nutrólogo formado pela Unicamp; Mestre em Cardiologia pela Unifesp; Presidente do Conselho Administrativo do Instituto de Metabolismo e Nutrição – IMeN; e Diretor de Serviço de Nutrologia e Nutrição Clínica do Hcor.
“Os alimentos contêm nutrientes determinantes para o bom funcionamento dos sistemas antioxidante e imunológico do organismo humano. A ingestão de frutas e vegetais tem sido associada à prevenção de várias doenças, entre as quais obesidade, diabetes mellitus tipo 2, câncer, doenças cardiovasculares, doenças degenerativas associadas à idade e doenças autoimunes, cuja patogênese está relacionada ao estresse oxidativo e à inflamação. O papel protetor dos alimentos contra as doenças tem sido atribuído à grande quantidade de enzimas oxidantes, vitaminas, minerais e pigmentos que eles contém, tornando-os essenciais para uma dieta saudável e equilibrada.”

Dra. Ana Lúcia A. Ferreira, diretora da ARBAN e Professora Adjunta do Departamento de Clínica Medicina – FMB, UNESP.

“A alimentação saudável inclui alimentos variados, que fornecem os nutrientes adequados ao crescimento e desenvolvimento da criança. Quando você garante um cardápio equilibrado, baseado em todos os grupos alimentares – cereais, hortaliças, frutas, leguminosas, carne, ovos, açucar e oleo – a criança cresce com saúde, proporcionada pela ação dos diversos nutrientes. A dieta deve ser adequada à faixa etária.”
Dr Adalberto Stape, membro do Departamento de Suporte Nutricional da Sociedade de Pediatria de São Paulo, médico pediatra do Hospital Israelita Albert Einstein.

“O fósforo tem importância fundamental em todo o funcionamento celular. Ele atua na geração de energia para a célula, participando da síntese do ATP. Isto é fundamental para toda as células do nosso organismo, inclusive a mais importante. o neurônio. Portanto, o fósforo também é considerado um neuronutriente. A falta deste macronutriente leva à morte da célula e, consequentemente, morte do nosso organismo.”

Dr. Mário Cícero Falcão, pediatra e nutrólogo, professor da Faculdade de Medicina da USP.

“O potássio, como qualquer outro íon, é importante para manter o equilíbrio do organismo. Ele atua no controle do metabolismo celular e participa de várias reações bioquímicas. O ferro é importante para a prevenção da anemia. Já o zinco é fundamental para o funcionamento adequado do sistema imunológico e, assim, na proteção contra as doenças. Na maior parte dos casos, é possível obter esses nutrientes por meio de uma alimentação balanceada.”
Maysa Penteado Guimarães, médica nutróloga do Hospital Samaritano de São Paulo.
“O zinco tem papel fundamental no crescimento da criança. Ele está presente em mais de 100 enzimas que atuam no crescimento, no sistema imunológico, na função neurológica e na reprodução. O ferro é muito importante para o desenvolvimento da criança. Ela participa diretamente da formação do sangue e também é considerado um neuronutriente, importante para a formação do cérebro da criança. Assim, a falta de ferro pode provocar anemia precoce e déficit de desenvolvimento neurológico.”

Dra. Jane Oba, gastroenterologista pediátrica do Hospital Israelita Albert Einstein.

“O cálcio é o mineral mais diretamente relacionado ao desenvolvimento e preservação óssea. Com o envelhecimento, pode ocorrer menor absorção intestinal de cálcio e consequente aumento de sua excreção pelos rins, o que aumenta o risco de osteoporose, doença que torna o osso poroso e com maior chance de sofrer fratura.”
Dra. Rosmary Tatiane Arias Buse. Médica especialista em Geriatria pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).